Minha alma aprendeu com a água a dançar com os ritmos da vida. A reconhecer que até os períodos de seca têm sua função: revelar a sede que nos move em busca de fontes mais puras.
Chegou o momento em que já não precisei mais controlar nada. Apenas me entreguei, a água me recebeu com ternura, e eu me deixei embalar. Era como voltar ao ventre da criação, onde tudo é protegido, nutrido e silenciosamente gerado.
Foi nesse estado de entrega que percebi o que significa realmente confiar. Confiar é soltar as mãos do que já não precisa ser segurado. É aceitar que nem tudo depende de mim. É repousar na certeza de que há um fluxo maior sustentando todas as coisas.
O INTERVALO SAGRADO ENTRE TERRA E MAR
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